30.9.09

Em Porto da Espada..


“Quando eu era nova, as carrinhas eram muitas e ficavam aí à espera que as pessoas viessem da apanha, dava muito dinheiro, era cá uma azáfama…
Oh, isso é que eram tempos, dias e noites a apanhar, ao sol e à chuva.
Depois apareceu a cooperativa, as carrinhas iam lá, mas a castanha que vendiam não eram lá grande coisa e deixaram de vir.
Agora a malta nova não quer trabalhar e vai tudo para a cidade, acaba-se por não apanhar toda, e depois fica aí pelo chão...”

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