15.10.09

As nuvens...

...que tanto nos têm acompanhado nestes ultimos dias, que inclusivé, passamos pela "fábrica", têm-nos proporcionado umas paisagens fantásticas.
Seguem algumas das melhores fotos, em forma de agradecimento, por não termos praticamente ainda apanhado chuva...







14.10.09

Parque natural do Tejo

Quando reparamos no mapa, que podiamos passar no Parque natural do rio que desagua em Lisboa, decidimos ir lá dar uma espreitadela.
E se valeu a pena.
Exploramos as grutas, como se fossemos os primeiros...
Acampamos a meio metro do rio Tejo, que felizmente durante a noite não subiu.
E tivemos a companhia de um sapo para dormir, e de uma cobra para a viagem.
Felizmente ainda existem parques naturais, onde se pode ter um contacto bem próximo da vida animal e da natureza.




O rio Tejo, em grande estilo, ainda sem tar poluido.





A estratificação do solo.
A nossa cobra de estimação.


Ermita de la Hoz

13.10.09

Povo Carpetano

Sem se planear muita coisa, por vezes deparamo-nos com cenários fantásticos, que não estavamos à espera.
E neste caso, sentimo-nos como verdadeiros homens das cavernas, subimos, descemos e quase caimos.
Agora observem as fotos deste local onde se pensa que viveu um povo carpetano:










Como podem ver, a escarpa é sólida,que nem uma duna de areia ;)


O interior de uma das cavernas

12.10.09

Momentos de 05.10 a 09.10


Primeiro contacto com o rio Tejo.

Um dos inumeros animais que infelizmente vemos mortos à beira da estrada.

Almoçando e secando as tendas.

Molina de Aragon

Comemorando os 1000kms

"La siesta"


Ermita de Montálban

11.10.09

Fábrica de nuvens

Ao longo da nossa viagem temos visto inúmeras nuvens enfeitando o céu, ora dando-nos sombra, ora dando-nos chuva.
Desde sempre nos questionámos onde elas eram feitas e como iam lá para cima.
E eis que no outro dia, quando iamos a pedalar vimos algo estranho no meio das árvores, aproximamo-nos e vimos um monte grande de um branco imaculado. Parecia neve mas não era, o Alexandre subiu ao cimo, agarrou neste pó branco e fino suave como o algodão, atirou ao ar e como por magia o vento soprou e voou em direcção às nuvens lá em cima, e assim se descobriu a fábrica de fazer nuvens.