9000kms percorridos no dia em que batemos o recorde de velocidade maxima, 81km/h
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18.4.10
Momentos ate Teerao
9000kms percorridos no dia em que batemos o recorde de velocidade maxima, 81km/h16.4.10
Boein Zahra
Quase a chegarmos a Teerao, Jafa encostou o carro a beira da estrada e pediu-nos para pararmos.
Explicou-nos que no ano passado tinha feito uma volta de bicicleta pela Turquia, Chipre e Siria com o seu irmao e fazia questao de nos receber.
Depois de muitos quilometros neste dia, soube bem o modo como fomos acolhidos. Se na Turquia a hospitalidade ja tinha sido boa, aqui no Irao esta a ser EXCELENTE.
Logo ficamos a conhecer o seu irmao Hassan, com quem fez a viagem, e tambem o Asga. Que logo nos convidou para jantar em sua , perguntou se queriamos participar numa aula de ingles e ainda terminar o dia numa piscina com sauna e jacuzzi.
Asga com o filho
Aula de Ingles
Na piscina municipal
Jantar com Asga e Hassan
Preparando para dormir na casa de Hassan
Pistachios dos terrenos de familia
Explicou-nos que no ano passado tinha feito uma volta de bicicleta pela Turquia, Chipre e Siria com o seu irmao e fazia questao de nos receber.
Depois de muitos quilometros neste dia, soube bem o modo como fomos acolhidos. Se na Turquia a hospitalidade ja tinha sido boa, aqui no Irao esta a ser EXCELENTE.
Logo ficamos a conhecer o seu irmao Hassan, com quem fez a viagem, e tambem o Asga. Que logo nos convidou para jantar em sua , perguntou se queriamos participar numa aula de ingles e ainda terminar o dia numa piscina com sauna e jacuzzi.
14.4.10
Tabriz
Chegados a Tabriz, a maior cidade antes de Teerao, decidimos ir procurar um banco que fosse internacional e onde pudessemos levantar dinheiro. Com poucas pessoas a falar ingles e dificuldade em nos fazermos entender, nao estava facil de encontrarmos o que pretendiamos.
Perguntando a quem nos aparecia pela frente, conhecemos o Majid, que logo nos disse para esperarmos um pouco que ia estacionar o carro. Acompanhou nos a manha toda ajudandonos com a comunicacao, e perguntamos de banco em banco onde poderiamos levantar dinheiro, e as negas foram se sucedendo.
Comecavamos a ficar preocupados e diziam nos que a unica solucao era ir levantar dinheiro ao Azerbeijao ou a Turquia, o que para nos estava fora de questao pois o nosso visto para o Irao apenas contemplava uma entrada.
Entretanto levou nos a loja de tapetes do irmao, para descansarmos um pouco, bebermos um cha e tentarmos arranjar uma solucao.
Meia duzia de chamadas, e de seguida fomos para o posto de turismo, para nos tentarem ajudar.
Depois de explicarmos que o nosso visto nao permitia sair do pais, a unica solucao era fazer um deposito de dinheiro no banco iraniano em lisboa, e assim que eles tivessem o dinheiro, poderiamos levantar essa quantia no Irao.
O Majid teve de se ir embora, mas logo o Hossein que trabalhava na area do turismo, se prontificou a ajudar nos no que precisassemos. Seguimos para o seu posto de trabalho onde tinha internet, para tentarmos avisar alguem em lisboa para nos fazer o tao desejado deposito. Ja estavamos todos contentes, quando descobrimos que em Portugal nao havia banco do Irao, um balde de agua fria, e as nossas esperancas comecavam a morrer lentamente.
Sentiamo nos de maos e pes atados, e sem solucoes a vista.
Lembramo nos entao de telefonar a Embaixada Portuguesa no Irao para saber se haveria alguma solucao para recebermos dinheiro. Logo nos informaram que era impossivel de fazer levantamentos no Irao, e que a unica solucao seria de o dinheiro seguir em correio. Decidimos arriscar e depois tentar levantar em Teerao.
De seguida e depois de um dia cansativo e burocratico, um merecido descanso na casa de Hossein.
Majid e o irmao
Estes tapetes sao verdadeiras obras de arte, e parecem pinturas ou ate mesmo fotografias!!!
Nunca tinhamos visto um filtro para o cha deste tipo =)
Camara municipal de Tabriz
Hossein preparando para jantar


Mesquita azul de Tabriz

Perguntando a quem nos aparecia pela frente, conhecemos o Majid, que logo nos disse para esperarmos um pouco que ia estacionar o carro. Acompanhou nos a manha toda ajudandonos com a comunicacao, e perguntamos de banco em banco onde poderiamos levantar dinheiro, e as negas foram se sucedendo.
Comecavamos a ficar preocupados e diziam nos que a unica solucao era ir levantar dinheiro ao Azerbeijao ou a Turquia, o que para nos estava fora de questao pois o nosso visto para o Irao apenas contemplava uma entrada.
Entretanto levou nos a loja de tapetes do irmao, para descansarmos um pouco, bebermos um cha e tentarmos arranjar uma solucao.
Meia duzia de chamadas, e de seguida fomos para o posto de turismo, para nos tentarem ajudar.
Depois de explicarmos que o nosso visto nao permitia sair do pais, a unica solucao era fazer um deposito de dinheiro no banco iraniano em lisboa, e assim que eles tivessem o dinheiro, poderiamos levantar essa quantia no Irao.
O Majid teve de se ir embora, mas logo o Hossein que trabalhava na area do turismo, se prontificou a ajudar nos no que precisassemos. Seguimos para o seu posto de trabalho onde tinha internet, para tentarmos avisar alguem em lisboa para nos fazer o tao desejado deposito. Ja estavamos todos contentes, quando descobrimos que em Portugal nao havia banco do Irao, um balde de agua fria, e as nossas esperancas comecavam a morrer lentamente.
Sentiamo nos de maos e pes atados, e sem solucoes a vista.
Lembramo nos entao de telefonar a Embaixada Portuguesa no Irao para saber se haveria alguma solucao para recebermos dinheiro. Logo nos informaram que era impossivel de fazer levantamentos no Irao, e que a unica solucao seria de o dinheiro seguir em correio. Decidimos arriscar e depois tentar levantar em Teerao.
De seguida e depois de um dia cansativo e burocratico, um merecido descanso na casa de Hossein.
12.4.10
Momentos ate Tabriz
10.4.10
Primeiras impressões do Irão
Nem sabemos por onde começar.
Aqui neste país tudo é diferente.
Primeiro, tivemos a apontaria de entrar no Irão quando a hora mudou do inverno para o verão.Ou seja adiantamos uma hora por esse motivo, e mais 1h30 em relação à Turquia. É isso mesmo, 1h30, nem uma, nem duas, 1h30, já estivemos em muitos países mas nunca tinhamos visto tal coisa!Ou seja, se em Lisboa forem 10h00, aqui são 13h30 ;)
De seguida começamos a pedalar, e quando olhamos para as placas, nem letras, nem numeros!!!Aqui fala-se o farsi, da lingua persa, que é completamente incompreensivel!!!E para ajudar a numeração também é diferente, ou seja andamos completamente perdidos para aprender a contar até 10 em farsi.
Quando fomos comprar uns iogurtes para o pequeno almoço estivemos a tentar ver a validade, e estavamos com alguma dificuldade em perceber o ano, até que.... 89?!?! Será que estava fora de validade cerca de 20 anos???? Nada disso. Aqui no Irão não estamos em 2010, mas sim em 1389, segundo o seu calendário.
O pão mais utilizado tem 0,5mm de espessura e parece papel, felizmente já encontramos outros tipos de pão, que alimentam bem mais.
Depois o dinheiro, praticamente não se usam moedas, e o valor das notas mais usadas vão de 0,10€ a 5€, existem de valores mais altos, mas nuncam se vêem em circulação. Ou seja, para se comprar qualquer coisa, é tudo com muitas notas e muitos trocos em rebuçados ou chocolates, andamos sempre com a carteira cheia, agora é que nos sentimos milionários.
Desde que entramos ainda não vimos nenhuma mulher no país sem o lenço na cabeça.
Tantas novidades em tão pouco dias.
E a melhor fica para o fim, no Irão não existem multibancos internacionais, ou seja, resumindo e concluindo, não conseguimos levantar dinheiro!Estamos bastante apreensivos, como resolver esta situação.Pois o dinheiro que trazemos connosco 400€ para os dois, não chega para 30 dias, mais os vistos do Turcomenistão que deverão rondar os 100€.

Aqui neste país tudo é diferente.
Primeiro, tivemos a apontaria de entrar no Irão quando a hora mudou do inverno para o verão.Ou seja adiantamos uma hora por esse motivo, e mais 1h30 em relação à Turquia. É isso mesmo, 1h30, nem uma, nem duas, 1h30, já estivemos em muitos países mas nunca tinhamos visto tal coisa!Ou seja, se em Lisboa forem 10h00, aqui são 13h30 ;)
De seguida começamos a pedalar, e quando olhamos para as placas, nem letras, nem numeros!!!Aqui fala-se o farsi, da lingua persa, que é completamente incompreensivel!!!E para ajudar a numeração também é diferente, ou seja andamos completamente perdidos para aprender a contar até 10 em farsi.
Quando fomos comprar uns iogurtes para o pequeno almoço estivemos a tentar ver a validade, e estavamos com alguma dificuldade em perceber o ano, até que.... 89?!?! Será que estava fora de validade cerca de 20 anos???? Nada disso. Aqui no Irão não estamos em 2010, mas sim em 1389, segundo o seu calendário.
O pão mais utilizado tem 0,5mm de espessura e parece papel, felizmente já encontramos outros tipos de pão, que alimentam bem mais.
Depois o dinheiro, praticamente não se usam moedas, e o valor das notas mais usadas vão de 0,10€ a 5€, existem de valores mais altos, mas nuncam se vêem em circulação. Ou seja, para se comprar qualquer coisa, é tudo com muitas notas e muitos trocos em rebuçados ou chocolates, andamos sempre com a carteira cheia, agora é que nos sentimos milionários.
Desde que entramos ainda não vimos nenhuma mulher no país sem o lenço na cabeça.
Tantas novidades em tão pouco dias.
E a melhor fica para o fim, no Irão não existem multibancos internacionais, ou seja, resumindo e concluindo, não conseguimos levantar dinheiro!Estamos bastante apreensivos, como resolver esta situação.Pois o dinheiro que trazemos connosco 400€ para os dois, não chega para 30 dias, mais os vistos do Turcomenistão que deverão rondar os 100€.
6.4.10
Entrada Irão
Antes de entrarmos no Irão ainda conhecemos um casal de Escoceses que também estão a fazer a mesma rota que nós.
http://www.helenanded.blogspot.com/
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